Juventude Corporativa!!!
Compartilhando idéias e experiências!!!
terça-feira, 6 de setembro de 2011
QUEM GOSTA DE SER ENGANADO????
Li numa revista uma reportagem com dicas de postura para se vender melhor profissionalmente, conquistar a confiança do chefe, ser promovido e ter o salário aumentado. O mote, baseado numa pesquisa de cientistas norte-americanos, é que o mundo é dos “espertos”. Segundo a matéria, fazer de conta que está trabalhando muito ou que está sempre muito ocupado pode fazer diferença no marketing pessoal. O texto recomenda andar sempre depressa – até para ir ao banheiro, para dar a impressão de que o tempo é curto – e deixar relatórios e livros de pesquisa abertos em cima da mesa, mesmo que isso não seja necessário. Há também outra dica: utilizar o corpo como ferramenta, frequentando academias de ginástica em vez de cursos de especialização. Há ainda uma última recomendação: o profissional deve ser bajulador, já que “todo mundo gosta de ser bajulado mesmo”.
Quem gosta de ser enganado? Na minha concepção, quem orienta dessa maneira deve pensar que o empregador é facilmente enganado por aparências. Não posso crer que esses “espertinhos” gastem seu tempo criando armadilhas comportamentais para ludibriar. Aos profissionais que atendo no processo de outplacement – orientação pessoal e profissional para executivos que foram demitidos –, aconselho a ver sempre o lado positivo de um desligamento e a oportunidade de crescer com a mudança. Peço para serem gratos à empresa pelo benefício que receberam, que tenham uma postura positiva, que não falem mal dos locais onde já trabalharam, que façam somente o que gostariam que lhes fosse feito ou dito, que respeitem os subordinados, os pares e os superiores e que cuidem da saúde física e mental.
Nunca admiti este tipo de comportamento citado na reportagem: sempre achei falta de respeito. Transformar o mundo empresarial num teatro, onde o profissional necessita interpretar um papel que não é verdadeiro, tem seu preço. Quem “faz de conta” que trabalha vive sob tensão, pois precisa ser o que não é, e não conseguirá manter este comportamento por muito tempo sem adoecer. Vale o esforço para enganar um empregador? Quem faz isso tem a consciência tranquila? Não desconfia de todos ao redor? Comportamento pouco ortodoxo é coisa comum. O que me preocupa é uma revista ensinar como se passar por bom profissional.
Autora: Nilce Campos, psicóloga e sócia da Apex Executive Search
terça-feira, 5 de julho de 2011
ATITUDES PARA O SUCESSO PROFISSIONAL
“São as atitudes que escrevem a nossa história, e não nossas expectativas”. * Gilclér Regina
O pensamento do sucesso começa com ideias, sonhos, atitudes, educação e planejamento. Tem muita gente que defende a ideia de que para alcançar o sucesso profissional basta querer e querer intensamente. É isso, provavelmente, a primeira atitude de um vencedor. Mas de nada vai adiantar desejar, se os planos não saírem do papel. Grandes ideias nascem e morrem todos os dias por falta de um plano de ação que dê sustentação à ideia. São as atitudes que escrevem a nossa história, e não nossas expectativas.
Muitos dos que fazem sucesso afirmam todos os dias que não ficam esperando o sucesso bater às suas portas. Gosto sempre da afirmação do Abílio Diniz: “Enquanto alguns sonham com o sucesso, nós acordamos cedo para fazê-lo”. Ninguém chega onde quer chegar profissionalmente por um golpe de sorte.
Foi-se o tempo que um currículo recheado de excelentes universidades e MBAs eram certeza de boa colocação profissional. Não faltam exemplos hoje de pessoas com cursos, digamos aqui, apenas razoáveis, que conseguiram encontrar o caminho do sucesso até com mais solidez do que outros que vieram de grandes escolas. Não há crítica aqui ao conhecimento ou a qualidade real das grandes escolas, mas sim a atitude do ser humano ou a falta dela, a diferença está nas decisões e na postura que a pessoa toma em sua vida.
A maior carência no mundo profissional não é de conhecimento e sim de atitude. As pessoas sabem o que tem que fazer, mas não fazem.
Também existem outros ingredientes para se atingir o topo. Segundo meu colega Eugênio Mussak, as pessoas costumam encarar a vida profissional separada da vida pessoal, como se isso fosse possível! Essa é uma visão de curto alcance porque não se pode desenvolver alguém pela metade. Ele ainda fecha essa posição com três pontos estratégicos:
1. Onde se está.
2. Onde se quer chegar
3. O que se está fazendo para chegar lá.
O ser humano é o animal mais frágil do planeta. Ele só consegue ter força quando se une aos seus pares. Essa é uma visão filosófica, mas também muito utilitária. É por essa e por outras que as empresas programam as suas convenções e nós os profissionais somos chamados para realizar palestras que proporcionem reflexão maior sobre o tema da convenção.
Mas é preciso sair do discurso para a ação. Não basta apenas trocar cartões. É necessário cultivar amizades e estabelecer vínculos. Não basta rezar… É preciso ir ao encontro de Deus!
E quando você estiver no topo, lembre-se das palavras do dramaturgo americano Wilson Mizner: “Seja simpático com as pessoas à medida que você for subindo, porque você encontrará com elas à medida que você descer”. Ou seja, humildade não faz mal a ninguém!
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Gilclér Regina - já publicou 27 artigo(s) no blog Carreira Profissional.
Consultor de vendas, motivação, gestão e recursos humanos há 20 anos, tendo atuado também como executivo. Tem na motivação de pessoas a sua bandeira e vocação. Uma pessoa que vem de origem humilde, tornou-se um dos grandes conferencistas do Brasil. Sua palestra é um verdadeiro show que mistura alegria, bom humor e emoção entre os participantes. Website
Ter cuidado é preciso, confiar é importante, mas essencial é criar amigos!!!
Nos dias atuais temos notado o quanto precisamos ter uma atenção redobrada não só com as situações com as quais estamos envolvidos, mas principalmente com as pessoas que entram e saem do nosso convívio.
Muito possivelmente a desconfiança é um dos grandes motivos por tal tipo de entendimento, uma vez que temos vivido em um mundo em que não temos como identificar de forma clara todos os riscos sobre os quais podemos estar submetido.
Curioso notar que isto decorre justamente das inúmeras possibilidades e alternativas que nascem a partir de nossas próprias cabeças. Isto mesmo, acabamos por nos envenenar, o que potencializa de forma exponencial nossas preocupações e, principalmente, os modos de agir.
Quantos de nós evitamos conversar com pessoas desconhecidas, simplesmente por medo sobre eventuais perigos que podemos correr. Seja qual for a probabilidade, pequena ou grande, tendemos a definir um modelo padrão de comportamento, na dúvida, desconfiamos de tudo. Infelizmente.
Aliás, por sermos muito visuais, é comum cometemos até mesmo equívocos de acreditar que, ”fulano tem cara de gente boa” ou “ beltrano parece que não é legal.” Muitas vezes estas análises se baseiam simplesmente em preconceitos desenvolvidos a partir de experiências anteriores que jamais voltarão a acontecer.
A verdade é que a grande maioria das pessoas se equivoca nesta análise, e desta forma, tanto para o bem ou para o mal, comete injustiças, que podem ser justificadas com: “ah, nos dias de hoje precisamos ter muito cuidado com as pessoas.”
Não há dúvida sobre o quanto realmente precisamos ser precavidos e cuidadosos com tudo, no entanto, precisamos saber que muitas oportunidades podem ser perdidas quando estabelecemos este tipo de procedimento como uma norma.
Diante disso, gostaria de ilustrar uma situação que aconteceu comigo algumas semanas atrás. Através de um amigo que conheci durante um evento que fiz parte no ano passado, passei a trocar mensagens por e-mails com uma série de pessoas que fazem parte da rede de relacionamentos dele.
Estes “novos amigos”, aliás, eram “apenas” pessoas com as quais passei a trocar mensagens, desde meados do ano passado.
Cerca de dois meses atrás, uma delas, nos convidou a ir ao aniversário dela, sem sequer tivéssemos trocado qualquer conversa pessoalmente. Ela nos recebeu na casa dela de forma extremamente carinhoso, como se fossemos velhos amigos.
Para mim, algo realmente renovador e maravilhoso ter essa convicção sobre o fato que, embora tenhamos que tomar os cuidados devidos, é possível, verdadeiramente, confiar e buscar realmente aumentar os nossos ciclos de amizade.
Infelizmente ainda são momentos não muito frequentes, mas se cada um de nós passar a acreditar, poderemos coleciona-los e fazer com que ele se tornem rotineiros.
Autor: José Renato Santiago
terça-feira, 24 de maio de 2011
Descubra aquilo que realmente você gosta de fazer e faça!
A atitude que separa os vencedores dos perdedores é muito mais simples quanto parece. Ação!
Muitos planejam, muitos pensam no que poderá ser feito, muitos sonham, mas poucos são os que realizam. E isso não é diferente em nossa carreira.
Quantas vezes não desejamos estar em uma determinada empresa ou em um determinado cargo e continuamos no mesmo lugar sem tomar nenhum tipo de atitude?
Inacreditável não? Por que uma simples atitude com um poder tão grande de transformação é tão difícil de ser colocada em prática, sair do papel ou de nossa mente?
Ok, falamos de agir, mas e como fazemos para descobrir o que realmente gostamos de fazer?
Simples, investigue-se! E diariamente, essa é a regra.
O autoconhecimento é a chave para descobrir as nossas virtudes, nossas aptidões, competências, e é só assim, descobrindo aquilo que realmente nos traz prazer em fazer, que teremos condições de desenhar um plano e agir.
Lembre-se, planeje-se e sempre coloque no papel todos os detalhes possíveis, se possível cole na porta da geladeira, mas antes de tudo, sinta no coração e alinhe com as suas ações, avance rumo àquilo que te faz feliz.
Por fim, aprecie as mudanças repentinas que serão colhidas pelos bons frutos que você plantou.
A chave da sua felicidade está na introspeção alinhada com seus planos e execução!
Francisco Albuquerque
@falbuquerque
CADA ESCOLHA UMA RENUNCIA...
Depois de trabalhar anos em grandes empresas eu decidi que era a hora de transformar, mudar tudo, começar do zero. Nada começou de um dia para o outro, foram folhas ao vento que fui pegando pelo caminho. Nunca me adaptei e nem consegui entender o ambiente corporativo. Grandes disputas internas, vantagens para alguns por diversos motivos, discursos absolutamente ultrapassados, motivação insuficiente já que as palavras jamais condizem com os atos, gestores atrasados quanto à nova ordem do corporativismo mundial, sim, aquele que deve unir o bem estar e tornar o ser humano apaixonado pelo seu trabalho. Não os culpo, os gestores, no todo. A verdade é que nosso país ainda sofre com os ranços do colonialismo português e não conseguimos abandonar, até hoje – mais de 500 anos depois, já com 100 de República – a escravidão de nossas mentes.
Vi meu vizinho, funcionário de uma grande empresa, infartar aos 23 anos devido a pressão que pesava sobre seus jovens ombros. Vi mulheres perdendo o precioso tempo com seus filhos atrás de horas-extras, também porque precisavam, mas muito mais para impressionar o chefe, ou por obrigação. Vi pessoas “ligadas” o tempo inteiro, não conseguindo desfrutar adequadamente do seu pouco tempo de lazer, visitando psiquiatras e tomando calmantes, guardando dentro de si o peso e a mágoa sobre seus ombros, desperdiçando feriados com suas famílias porque a empresa não concedia o benefício ao funcionário, e isso enquanto todos viajavam, curtiam suas vidas junto das suas famílias. Sem falar que o salário que se paga no Brasil não compensa o crime, hoje até os grandes diretores ganham menos que os de outros países.
Quando eu entrei na faculdade de Direito, em 2008 – atualmente curso o 4º ano – a coisa que já estava saturada só ficou pior. Primeiro porque o conteúdo é extenso e requer dedicação, e segundo porque não tinha nada a ver com a empresa que eu trabalhava, além disso eu não queria ser advogada de empresa, já tinha perdido demais meu tempo nesses lugares. Aprendi algo de útil na minha vida? Nada! Só percebi o quanto aquilo era destrutivo e como não queria aquela vida pra mim.
Foi então que resolvi que iria para o serviço público na minha área. Salários muito maiores, jornada de trabalho fixa, feriados prolongados que me permitiriam aproveitar meu tempo livre, viajar. Solicitei minha demissão em Abril de 2010 – jurando para mim mesma que NUNCA mais na minha vida poria novamente os pés em uma empresa privada - quando já havia a possibilidade de divulgação do Edital de Escrevente Técnico Judiciário do Tribunal de Justiça de São Paulo. Comecei a estudar, estudava em torno de 8 horas por dia e à noite corria para a faculdade. Só parei pára descansar em Julho quando fui para Buenos Aires e não peguei em um livro, só aproveitei a bela cidade. Quando voltei me inscrevi e prestei o concurso, que tinha 100.000 inscritos. Dava mais ou menos 200 candidatos por vaga.
O final da história é que eu fui aprovada, e aguardo a minha nomeação, que deve sair até Maio. Meu salário será igual ou até maior do que o dos coordenadores da empresa em que eu trabalhava. Não me arrependo do que eu fiz, tenho certeza absoluta que fiz a escolha certa e, de quebra, consegui cumprir a minha promessa de jamais colocar meus pés dentro de uma empresa novamente.
A vida é uma grande aventura a ser vivida por isso busque qualidade. Escreva a sua história, você é o único que pode fazer isso, ninguém fará no seu lugar!
Esse é um relato marcante da Mariane Candido
Contato pelo e-mail: ma_candidosilva@yahoo.com.br
Planeje o seu sucesso!!!
Você conhece alguém que tenta de todas as formas, melhorar de vida e nunca consegue? Tem notícias de alguém que parece não se esforçar tanto e obtém tudo o que quer? São apenas questões que nos levam a refletir sobre os caminhos da conquista.
Um renomado cientista comportamental e consultor de vendas & marketing, norte americano chamado Walter Hailey, afirmava que “As pessoas têm 12.367 pensamentos por dia, dos quais, 84% são negativos.
Agora pense: como uma pessoa pode lidar com mais de 12 mil pensamentos, sendo a maior parte deles negativos e ainda assim prosperar? Como evitar que tudo isso afete o ambiente profissional das pessoas? A chave do sucesso pode ser treinar a mente para tirar proveito dos pensamentos, revertendo-os de negativos à positivos.
Mas, como fazer isso? Um bom começo é treinar a sua mente para ver o lado bom das situações adversas. Por exemplo, sempre que vier em sua mente a palavra problema, treine-a para agir como estando diante de um desafio. As palavras negativas abaixam nossa moral, ao passo que as palavras positivas elevam a nossa auto-estima.
Além disso, você pode também educar a mente para que ela perceba que a nossa vida é como se fosse uma linha com dois extremos, onde a melhor solução estará quase sempre no lado oposto. Imagine, por exemplo, que você esteja em um quarto escuro sem desejar estar ali. A solução não é combater a escuridão e sim eliminá-la com o seu oposto, que é a claridade. Daí, basta abrir as janelas, deixar a luz penetrar e a escuridão desaparecerá.
Há, no entanto, outras dicas que podem contribuir muito para que o sucesso profissional seja alcançado sem tanto esforço. Uma, é lembrar-se sempre de que vence aquele que trabalha certo e não, necessariamente, o que trabalha muito. Então, para prepare-se adequadamente para o triunfo, faça o seguinte:
◦1 – Organize o seu ambiente de trabalho – É fundamental que a sua mesa de trabalho (física e virtual) seja bem organizada de forma a tornar os seus arquivos acessíveis com o menor esforço, maior precisão e mais rápido possível;
◦2 – Cuide do seu ambiente de trabalho – O seu local de trabalho é agradável? Pois saiba que as cores, temperatura, ruído e até a movimentação de pessoas, podem afetar seu humor e contribuir para que você desperdice energia. Para vencer, é fundamental passar as suas horas produtivas em um ambiente que seja prazeroso;
◦3 – Circule - Estudo da Universidade de Princeton, revela que as pessoas ficam 75% alertas enquanto sentadas e 90% alerta quando de pé. Daí, diante de uma importante decisão ou telefonema, faça-o de pé. Além disso, circulando pela organização, você poderá contribuir mais do que sentado em sua sala;
◦4 – Torne suas tarefas visíveis – Produzimos mais e melhor quando vemos, sentimos e ouvimos. Não confie as suas atividades à memória, muitas vezes um quadro de planejamento fixado na parede a sua frente, funcionará melhor do que muitas agendas eletrônicas;
◦5- Prepare-se para realizar multitarefa – O mundo é dinâmico e precisamos nos preparar para realizar mais de uma atividade ao mesmo tempo. Daí, participar de tele reunião com a equipe, enquanto aguardamos em longos congestionamentos, ou responder um email enquanto falamos ao telefone, é apenas um exemplo do quanto temos que nos adaptar aos novos tempos.
Lembre-se, no entanto, de que para vencer você terá que ser capaz de colocar tudo isso em prática, com simplicidade e habilidade. Afinal de contas, é como revelou Earl Nightingale: “Uma grande atitude não é resultado do sucesso, o sucesso é o resultado de uma grande atitude.”
Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe.
Evaldo Costa - já publicou 12 artigo(s) no blog Carreira Profissional.
Crie um relacionamento de longo prazo...
Amizade. Relacionamento. Acompanhamento. Reciclagem técnica. Inovação. Ser a solução dos problemas do cliente. Pronto. Acabei de dar-lhe as melhores dicas para alguém ficar rico. Não queira vender uma só vez ou poucas vezes, pense em vender sempre para o seu cliente. Ao escrever sempre eu pensei em coisa assim como vinte, trinta ou quem sabe quarenta anos. Nada mau, certo? Trate vendas como uma carreira, não como uma ocupação, invista tempo e energia no seu aprimoramento e cuide muito bem daquele que mantêm a sua família e contribuiu para você realizar os seus sonhos: o seu cliente.
Conheça a fundo o seu cliente. Admito: amizade ajuda a vender. Ponto. É melhor comprar de pessoas conhecidas ou de amigos de conhecidos. Compra e venda é uma relação de confiança e até mesmo, por isso, muitas pessoas deixam de comprar na Internet por não saberem direito com quem estão lidando. Ao lidar com o cliente procure também conhecê-lo como pessoa. Encontre pontos em comum, como hobbies, atividades de lazer, assuntos de interesse. Crie uma ligação maior, um laço de amizade e afinidade. Pode ter certeza que isso vai ajudar em muito, assim como você também pode vir a ajudá-lo em situações futuras. Antes de ser cliente ele é uma pessoa que como todos nós tem necessidades de relacionamento.
Permita-se conhecer. É claro que não tem como você ser amigo de todos os clientes, mas também é preciso deixar-se conhecer. Para o cliente é importante saber com quem está lidando. Não precisa contar sua vida inteira, mas é de grande valia ele saber de onde você é, qual sua formação, se é casado, solteiro, se tem filhos, onde mora, outras empresas que atende, um pouco da sua experiência profissional. Não use o cliente como psicólogo nem o tempo da venda para desabafar coisas pessoais, mas é sempre bom um pouco de conversa informal antes do grande assunto. Nós, brasileiros, gostamos de descontrair um pouco antes de ir logo para o finalmente, outros povos tem características diferentes e são mais objetivos, o que nós dá a sensação de rudes. Procure deixar sempre claro de quem ele está comprando.
Perceba as fases do cliente. Todo cliente passa por fases. Independente de ser pessoa física ou jurídica, todos nós temos momentos diferentes na vida. Por vezes seu cliente está passando por uma fase boa de crescimento. Ótimo, é hora de crescer junto e aumentar o seu número de itens e quantidade de compra. Por vezes o cliente parece não saber vender seu produto da forma adequada, então que tal ajudá-lo a treinar seus vendedores e melhorar a exposição do seu produto? Outras vezes você vai ter de ajudá-lo a conseguir mais crédito e condições melhores de pagamento. O importante é você entender que nenhum cliente é igual ao outro e a forma de tratar também não pode ser a mesma. Cabe a você, vendedor, descobrir qual é o momento do seu cliente, ajustar seu modo de atendimento e maximizar os resultados.
Cuide da sua reputação. Reputação é tudo o que você tem. É o seu maior cartão de visitas, então crie e mantenha uma imagem íntegra. Cuidado com o que faz em suas viagens, não cometa excessos, principalmente com bebidas e dê um limite para as famosas noitadas. Já vi muita carreira se perder devido a noites mal dormidas e por um comportamento nada adequado fora do ambiente do trabalho. Muitas situações podem sair do controle e prejudicar toda uma reputação que você demorou anos para construir. Demonstre e seja responsável, afinal de que vale um excelente profissional sem responsabilidade? Um craque irresponsável sempre prejudica mais do que ajuda ao time. Faz seus golzinhos lá de vez em quando, ganha algumas partidas, mas perde muitos campeonatos, estraga o ambiente e acaba com o espírito de equipe. E não é nada disso o que eu desejo para você.
Autor: Paulo Araújo
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